Por Lucas
Sim, estou tomando vergonha na cara. Â Hahaha.

Por Lucas
Sim, estou tomando vergonha na cara. Â Hahaha.

Só pra não deixar meu amigo Chrono sozinho…
Vamos atualizar isso aqui, certo?
E nada melhor que um vÃdeozinho!
Esse é um comercial feito pelo criador de Family Guy.
Muito bom!
Olá pessoal, como vão?
Depois de um longo tempo sem postar, volto neste domingo a tarde onde não tenho nada para fazer =D
O assunto de hoje pode ser considerado um “parte 2″ do post “Get a life”, sendo focado nos Speedruns.
Para começar, o que são os Speedruns? Nos speedruns o objetivo é terminar o jogo no menor tempo possÃvel. Não importa se você perde vida, apanha, o caminho que faz, o que importa é terminar. Claro que o vÃdeo fica muito mais bonito quando você é impecável no jogo, mas nem sempre esse é o caminho mais rápido.
Normalmente são utilizadas ferramentas em emuladores que diminuem a velocidade do jogo. Assim, consegue-se encontrar falhas, realizar saltos perfeitos, dar tiros precisos, entre outros.
Acredito que o primeiro vÃdeo que vi de speedrun foi de Super Mario Bros. 3, onde acabavam o jogo em 10 min. Era absurdo! ImpossÃvel! Mas, vejam por vocês mesmos:
Agora vem a parte do Get a Life. Imaginem o tempo que esse jogador levou para isso! Além disso, alguém já tentou jogar com emulador devagar? MUITO difÃcil.
Mas, esse vÃdeo é apenas aquecimento.
Acredito que quase todos aqui devem ter jogado Megaman, certo? Aquele jogo de mãe na zona do robozinho viado de cuequinha. E bota jogo de mãe na zona nisso. Os pulos devem ser certeiros, vários inimigos ao mesmo tempo, espinhos, e etc. Então, agora lhes mostro o segundo speedrun que eu assisti:
(Colocarei aqui apenas a parte 1. O resto vejam no youtube!)
MEGAMAN 2 EM MEIA HORA! Como isso? Em meia hora eu consigo apenas matar os 8 robôs… e isso porque jogo este jogo desde os meus 5 anos.
Mas estou colocando apenas os simples. Querem ver algo complexo mesmo?
Megaman x, x2 e x3, todos terminados ao mesmo tempo. Se não me engano, sem perder vida. E o tempo total é um pouco maior que 40 min.
E, ainda pior (mas não estou encontrando o vÃdeo), Megaman 1, 2, 3 e 4 ao mesmo tempo também.
E que tal, Super Metroid em 1 hora?
E por aà vai. Pode-se encontrar speedruns para quase qualquer jogo por aÃ.
Eu mesmo gosto de tentar fazer alguns também. Alguns que já consegui, mas não gravei, foram Super Mario World em pouco menos de 14 min e Megaman X em 57 min (sem perder vida em nenhum dos dois, claro =D).
Recomendo também a quem está lendo o post, a tentar fazer alguns. Dá para gastar algumas horinhas de diversão!
E, caso tente um speedrun e grave, mande o vÃdeo para a gente =D
Tendo em vista o sempre crescente mercado adulto, a Nintendo resolveu entrar de cabeça nele. Com o sucesso do Playboy Channel (http://assopreafita.wordpress.com/2008/03/17/nintendo-anuncia-o-playboy-channel/) para o Wii, a empresa começa com uma nova abordagem sobre o assunto.
Tentando mudar a imagem do console de “videogame para crianças”, foi anunciado essa semana o lançamento de um jogo adulto, “Star Cocks”, em referência ao popular “Star Fox”.
“Queremos alcançar um novo público”, disse Satoshi Takano, diretor de criação da Nintendo. “Com o lançamento de Star Cocks, estaremos começando uma nova linha de jogos, refazendo os maiores clássicos da Nintendo, mas com tema adulto. Já estamos com planos para o lançamento das maiores séries da nintendo, como Metroid, Zelda e um novo Mario Bros”, completa.
Sobre Star Cocks, as naves foram todas redesenhadas, tendo agora o formato de órgãos sexuais. A jogabilidade promete utilizar bem as funções de movimentação do wiimote, com movimentos novos nunca vistos antes em um jogo.
Foi liberada uma arte do jogo, que deve agradar aos fãs.

Existem também rumores sobre um novo acessório, que será colocado na cintura, porém, nada está confirmado sobre isso.
Assim que tivermos mais informações sobre o jogo, eu posto aqui no blog =D
Fiquem de olho.
Olá pessoas.
Estava hoje conversando com uns amigos da facul e surgiu um papo sobre jogos de atari. É, somos velhos, problema?
Daà eu comecei a pensar nos jogos, e quais poderiam (e deveriam) ser refeitos hoje em dia. Além disso, vou falar um pouco sobre eles (bem pouco, afinal, atari não se tem muito o que falar).
Tá, acho que o tÃtulo já apresenta o post, então vamos ao top.
E que tudo se exploda.
5 – Keystone Capers
Alguém aà lembra daquele “polÃcia pega ladrão”?
Pois bem, você é (aparentemente) um policial, em um cenário enorme, com 4 andares. Tem um carinha que é (aparentemente) um ladrão, e tah fugindo de você. Seu objetivo é pegar o ladrão sem encostar nos obstáculos. Simples e legau pa cagamba.
Os obstáculos são os mais engraçados… Uma cobra no meio do caminho, uns trecos que não faço idéia do que são e o melhor… CARRINHOS DE SUPERMERCADO DESGOVERNADOS!
Com certeza merecia um remake 3D em primeira pessoa…
ou não.

4 – River Raid
Esse jogo foi uma evolução do atari.
Imagina um jogo de nave que você tem que destruir pontes, naves inimigas e ainda ficar de olho no combustÃvel… E sempre tem uns “postinhos aéreos” no ar onde vc abastece seu avião.
Clássico incontestável.

3 – H.E.R.O.
Outro daqueles que todos conhecem.
Seu herói é um carinha que usa um “helicóptero” nas costas pra poder voar um pouco, usa dinamites para estourar paredes e um laser para matar inimigos.
O jogo, é cheio dos labirintos, inimigos no meio, e etc.
DifÃcil de doer, digamos de passagem. Mãe na zona total.

2 – Bobby is going home
Esse jogo saiu aqui no Brasil como “Chapeuzinho vermelho”.
(Momento piadinha infame: alguém sabe por que o elefante usa óculos vermelhos? Para VERMELHOr. Ha Ha)
O jogo é basicamente sobre um menino (tá mais para um duende) que tá indo pra casa (deve tá voltando de uma zona, ou do bar, sei lá). Você deve guiá-lo sem encostar nas borboletas assassinas, pássaros possuÃdos e sem cair nas pontes que abrem sozinhas.
É um jogo bizarro e divertido com uma musiquinha legal.

1 – Esconde esconde
Darei um simples motivo para este: nunca vi outro jogo de esconde esconde além deste de atari.
Você jogava contra um segundo jogador. Um dos dois fechava os olhos, o outro se escondia e depois ia procurar.
O legal eram os lugares para se esconder… Debaixo do sofá, atrás da casa… E o jogo era todo obscuro, acontecia de noite… dava aquele medo de survival horror. O nome do jogo: Seek n peek.

Pois bem, essa foi uma lista simples com os jogos que me vieram à cabeça. Qualquer hora acho que farei outro desses =D
Edit: Agradecimento ao leitor Bocao, que me deu os nomes dos últimos dois jogos. Assim deu pra encontrar imagens deles =D

Por Lucas.
Antes de South Park ser a série tão conhecida quanto é hoje, no Brasil, era só um desenho estranho,
aparentemente infantil, exibido quase que à s escondidas no hoje extinto e na época obscuro canal Locomotion. Eu tinha uns dez ou onze anos na época em que vi uma vinheta do desenho pela primeira vez, provavelmente no intervalo de Evangelion ou coisa que o valha; ela continha uma fala curta do Stan, a qual começava com a exclamação “Porra!”. Não me lembro do resto da fala, mas lembro-me perfeitamente do meu estado estupefato – era impossÃvel crer que aquela palavra havia sido proferida sem censura na tv, e pior, por um personagem de desenho animado!
Tudo o que eu entendia por desenho animado caiu por terra naquele momento. Só sabia de uma coisa: que eu TINHA que assistir a um episódio, de qualquer maneira! Quando consegui (alguns anos depois), virei fã. Caaaara, como aquilo era engraçado… o “Porra!” de Stan não era nem a ponta do iceberg perto de tudo o que ouvi. Um desenho que começava com um narrador falando “O show apresenta linguagem grosseira e não deve ser assistido por ninguém” não podia ser normal.
Depois de um tempo, minha famÃlia resolveu mudar de operadora de cabo…adeus Locomotion e adeus South Park. Guardei uns episódios em VHS ainda, mas não podia acompanhar as novas temporadas, nem ficar acordado até tarde e colocar o volume baixinho pra ninguém ouvir… o meu consolo era que SP também passava num tal de Multishow; fui assistir, óbvio, mas fiquei um tanto decepcionado, pois os episódios eram legendados. Não que eu não gostasse de legendas ou algo do tipo, mas as expressões lidas não tinham nem de longe o mesmo impacto…
Apesar da dublagem original ser mais bem feita e caprichada, acho a dublagem em português, se não melhor, tão boa quanto, por vários motivos. Entre eles o principal, que citei no parágrafo acima.
Se você comparar, as vozes das duas versões estão parecidÃssimas (ambas são feias, mas combinam): Cartman, por exemplo, tem aquele mesmo jeitão “rasgado” de falar; o Sr. Garrison ficou IGUAL ao original…
E os palavrões ainda foram adaptados conforme as tÃpicas formas (ai…) brasileiras de insultar (“Puta que pariu!”, ou “Vai tomar no cu!”). Isso trouxe à série momentos antológicos, como quando os meninos se recusaram a subir no ônibus escolar (“Não vamos subir, sua puta xexelenta!”), quando Kenny bebe gasolina (“Tá vendo, Stan? Esse sim é um grande filho da puta!”), ou quando Cartman canta “Kyle’s mom is a bitch” no episódio de natal. Bah, como eu chorei de dar risada. :~
Não que esse seja o único motivo que me faz gostar da série, mas é o principal motivo que me faz gostar da dublagem.
ExcluÃndo, é claro, a dublagem do filme, que pelamordedeus… se tivessem aproveitado os mesmos atores da Loco, teria sido ótima. ._.’
A maioria do pessoal torce o nariz pra essa dublagem, mas eu gosto bastante. Tô colecionando os episódios em rmvb, que dá pra achar fácil por aÃ. =D E ah! Essa versão passa atualmente no canal VH1 (a não ser que tenham tirado da programação e eu não esteja sabendo) – pra quem assina o canal, vale conferir (porque rmvb é podre x.x).
Olá, enfermeira!
Bom, eu ando meio ausente e esse blog que vai acabar criando teias devido a falta de dedicação dos usuários. Tenho vergonha disso, juro, porém a minha preguiça junta com a minha força de vontade e sei lá… quando começo a escrever, a vontade logo passa… ahahah!
Eu nunca fui lá muito fã de FPS, e talvez por isso talvez, nunca acreditei que Halo pudesse ser bom ou algo perto disso. Minhas experiências com FPSs se resumiam em Doom 2 e Heretic pra PC e Quake III Arena  pro DreamCast e talvez algo mais que me foge à memória no momento.
Então, uma das minhas ultimas aquisições, foi Halo: Combat Envolved pra PC mesmo e cara, que jogo!

Aquela frase logo de inÃcio, já diz tudo! – Game Experience May Change During Online Play – Foda-se todo aquele meu discurso posts atrás. Jogar online é MUITO bom. Porra!
O jogo em sà é ótimo, pra me familiarizar com os movimentos/armas/veÃculos eu me vidrei no SinglePlayer. Levei uma surra por ter escolhido de cara o modo Legendary mas isso só me fez gostar mais ainda do jogo.
O online é simplesmente fantástico. A minha vontade de adquirir um XBox360 quadruplicaram com esse multiplayer. A sede por sangue e vontade de ver corpos voarem com uma granada grudada na bunda só aumentou depois de jogar isso.
E porra… como pode ser tão divertido!? É só um FPS.  Heh! =)

Estava eu, segunda-feira a noite, deitado na frente do computador, descansando após um longo dia, quando o Youta me manda um vÃdeo de Youtube. Na hora já fiquei com medo, pois, se ele estava me mandando o vÃdeo, coisa boa e normal não era.
Mas quando abri aquela droga, me impressionei e me senti obrigado a postar sobre isso. E começarei com um comentário: Japonês é louco.
Só pode. Não existe outra explicação.
Veja o vÃdeo abaixo e vai entender do que falo.
E então, concorda?
Se ainda não concorda, vamos a alguns fatos.
Primeiro, o tempo que esse anormal levou para fazer isso. Montar as fases de modo que os sons batam com as músicas, depois editar velocidade, som de fundo. Doente.
Segundo, o formato da fase. É uma fase difÃcil de jogar, obviamente. E dá para perceber que não é automático. O cara tem que ter demorado para conseguir passar e fazer tudo no tempo certo.
Terceiro, as músicas. Tem músicas de anime (eu, que não conheço tantas assim, reconheci Haruhi e Digimon, que eu me lembre) e de jogos (Megaman 2, Final Fantasy e Mario World, pelo menos). Isso nos leva a um outro ponto. O cara não tem vida.
Certo, o tópico seria sobre Mario, mas já que estamos falando de vÃdeos absurdos, vou colocar outro vÃdeo bom para falar mal.
Acredito que alguns dos visitantes do blog já devem ter assistido aquele anime BIZARRO chamado Haruhi. O encerramento dele, na minha opnião, é demais. Muito bom mesmo. A movimentação, a dança, a música. Tudo encaixa. Verifique:
Daà vem um idiota lifeless e me faz um vÃdeo desses. Certo, o vÃdeo ficou legal, bem parecido e tals, mas… GET A LIFE, MAN. Arruma um trabalho, estuda, faz algo de útil da vida. Mas não, fica aà fazendo videozinhos idiotas pro vocetubo ¬¬
Agora, só para terminar, um último vÃdeo de prova de falta de vida dos nerds atuais.
Eu já vi a música do super Mario tocada de todo jeito possÃvel. Tocada com a mão, orquestra, cantada, e etc etc etc. Mas nunca (veja bem, NUNCA) imaginei ser possÃvel alguém realizar a proeza de tocar com um carrinho de controle remoto e garrafas. NUNCA.
Não sei se elogio ou xingo. O trabalho do cara foi bom, certo. Mas… GET A LIFE, MAN!
Coisa absurda.
AAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH
Devido ao enorme sucesso do outro “Jogos de quem tem a mãe na zona” (noooooooooot) estou fazendo mais um. Começarei esse post como se fosse um depoimento de orkut.
O que dizer de Adventure Island?
Ele é bem conhecido, mas acredito que poucos tiveram saco para sair da primeira fase. Você é um cara bizarro metido a nordestino, que chamaremos de Severino. Severino não usa camisa, só uma bermuda e um boné. Nosso herói tem formigas na calça (ele NUNCA está parado. NUNCA) e deve correr fase por fase em uma ilha que deve ter sido alvo de testes radioativos (nunca um caracol foi tão grande).

Conforme ele anda pelas fases, encontra um martelinho que sai de dentro de um ovo (???????????) e, assim, pode matar todo tipo de bichinhos que aparecerem para incomodar (caracóis, sapos, pássaros, e etc). Ou seja, o cara é cruel. Andando mais um pouco, aparece outro ovo, dessa vez com um skate dentro (??????????????). Esse skate é mágico, e transforma o boné do baianinho em um capacete (tenho que explicar a parte “jogos de drogado”?).
Alem de ter que cuidar com as pedras, fogueiras e inimigos que aparecem no meio do caminho, seu personagem tem que comer umas frutinhas que aparecem no céu (???????????????????) para repor suas energias e conseguir continuar correndo.


O jogo parece ser simples. Você simplesmente corre até o fim da fase, pegando as frutinhas e matando os inimigos. Mas tente jogar. Tente terminar. Nem irei falar nada, apenas tente.
De qualquer jeito, o jogo é bem legalzinho de jogar. Cansa um pouco pela repetitividade. Mas, se você quiser um jogo difÃcil, ou pra jogar quando estiver bebaço, vai fundo.
Com certeza garante, pelo menos, boas risadas.
A todos que estão lendo este post, um aviso. O jogo que falarei hoje é uma das maiores lendas da história dos jogos. Um jogo tão grandioso que tenho até medo de escrever sobre ele e falar alguma besteira. Um dos maiores clássicos do NES. Estou falando do grande, o maravilhoso: CIRCUS CHARLIE.
Acho que todos aqui devem ter jogado ele alguma vez na vida. Ou não.

Começarei falando um pouco da história desse que será, um dia, considerado uma das maravilhas do mundo. Depois de muito pesquisar (noooooooooooot), descobri que você comanda um palhaço que deve entreter o público. Possivelmente o circo estava falindo (por isso um palhaço está andando em cima de um leão, depois na corda bamba, e etc), e o seu personagem deve animar a todos e fazer seus dinheiros valerem. E deve conseguir, recebendo aplausos de milhares de espectadores ao fim de cada fase.
Logo no começo, você está em cima de um leão e, para o deleite do público, o palhaço fica rebolando em cima do animal (uma pena não ter como mostrar isso em imagens, então jogue e veja =D) e pulando por dentro de cÃrculos de fogo =OOOO

Ao chegar ao fim e receber os aplausos, você vai para a corda. Não me pergunte por que, mas em cima da corda tem MACACOS andando… e você tem que pular por eles para que não morra. Pior quando vem um macaquinho AZUL (???) e pula por cima do outro. Mas seu palhaço ninja, com seu pulo calculado, consegue passar por mais esse desafio. Note, ainda, que o palhaço se inspira no Megaman, pulando sempre de perna aberta. Assim, chegamos à terceira fase: ir pulando de bola em bola para chegar no final.

Na quarta fase, nosso herói está em cima de um burro (ou cavalo, sei lah o que eh aquilo) e tem uns trampolins estranhos voando e você tem que acertar a ordem de “pula fica parado pula fica parado” até o fim da fase.
E a última. Ah, a última fase deste maldito jogo do inferno. O trapézio. Nunca passei dela. NUNCA. E nunca passarei. E ainda digo mais, a pessoa que passar será considerada um herói.
Agora, aos aspectos técnicos do jogo.
O som é demais. Aquela musiquinha MIDI gruda na cabeça eternamente. O jogo tem de duas a três músicas, uma melhor que a outra. E musiquinhas de circo, passam totalmente a emoção do local. Sem contar com os efeitos sonoros do pulo e dos aplausos. Quase me sinto dentro do circo. Quase.
Os gráficos são legal. Você consegue distinguir bem que o seu personagem é um palhaço em cima de um leão, os cÃrculos de fogo, a corda, os macacos. E tudo bem colorido, como um bom jogo de NES. Por serem irrelevantes, as pessoas do fundo são todas iguais e apenas um borrão. Mas nada que atrapalhe o jogo.

A dificuldade é média. As primeiras duas fases são fáceis. A terceira complica um pouco. A quarta é um pouco pior. E a quinta é impossÃvel.
E ainda digo mais. Você não irá parar de jogar. Perca 5 minutos e chegue até a última fase. Então, você perderá e o que fará? Perderá MAIS 5 minutos para tentar novamente. E não conseguirá de novo. E assim, quando perceber, você terá perdido uma tarde inteira. Very nice.
Pois então, para terminar meu review, uma sugestão: JOGUEM. O jogo tem 16k (imaginem a qualidade do negócio) e, se não gostar, não irá perder muito tempo. Além disso, esta é uma das maiores lendas da história do videogame. Ninguém pode morrer sem ter jogado isso pelo menos uma vez na vida.
E, a quem ler o post, um pedido. Mandem idéias de jogos para que eu faça mais reviews, pois eu tenho preguiça de pensar.