Duas horas de No More Heroes (spoilers)

Dezembro 28, 2007

Tudo bem, confesso, não aguentei esperar pra comprar a versão americana e estou jogando a japonesa. Inicialmente, queria apenas “ver como era” o game, mas agora estou tão vidrado que qualquer tentativa de levar isso a cabo será inútil. Pois bem…

Travis Touchdown, o protagonista

…o que dizer? No More Heroes é ANIMAL. Tem um pouco dos Part-time Jobs de Shenmue, mais as diferentes roupas e o sistema Grand Theft Auto de andar por uma cidade e explorá-la livremente, mais o clássico estilão ”Detone um monte de gente e prossiga até encontrar o chefe”, mais um jeitão ”cool”, bônus, power-ups e ”pixel-art” em todo canto da tela. E é um dos poucos jogos com humor adulto do Wii até agora, creio.

Quando você liga o jogo pela primeira vez surge uma tela de “Press the A Button”. Após isso você anda com Travis até a sua “moto” para que a abertura do jogo se inicie. É, aquela mesma que você provavelmente viu no Youtube, em que o Travis conta a história do jogo (o leilão onde ele conseguiu a Beam “Lightsaber” Katana, por que resolveu virar assassino, o objetivo de ser o Número 1 dentro da Assossiação, etc…) de uma forma tão rápida que é até difícil acompanhar. Tudo dublado em inglês e com um voice acting do cacete. O engraçado é que ele o desafia no final da abertura (“And for you holding the Wii Remote right now…”); HAHA.

Então, você invade a mansão do Assassino número 10, um tal de Death Metal, acho. Começa com um tutorial das técnicas de luta em japonês (que graças a deus dá pra pular…), para que então você possa partir pra matança. A jogabilidade é bem funcional e simples. Com a espada, você tem basicamente golpes altos, baixos, e finalizações. Apontando o Wiimote para cima ou para baixo, você define a posição em que Travis segura a espada (como o Baseball do Wii Sports), dá espadadas altas ou baixas nos inimigos com o botão A e finaliza com o movimento do Wiimote indicado na tela. Um pouco além do básico, tem os socos e chutes, que podem provocar “Stun” nos inimigos e deixá-los vulneráveis a “agarrões”; uma vez agarrados, basta fazer o movimento indicado com o Nunchuk e o Wiimote para causar um grande dano. Finalmente, o botão Z trava a mira e aciona a defesa, enquanto o C centraliza a câmera (com uma piscada que incomoda no começo). Sem contar que de vez em quando você tem que recarregar a Beam Katana, apertando 1 e fazendo movimentos masturbatórios com o Wiimote.

Travis

Dentro das missões o jogo é bastante linear. Praticamente um Final Fight. Antes do chefe, Sylvia (a gostosona do game) liga pro Travis no celular pra dar uns toques; o mais legal é que você ouve a voz dela no Wiimote, como se ele fosse o celular mesmo. Já vi isso no Wario Ware e no Big Brain Academy, mas ainda assim, achei genial! HAHAHAH!
Então você finalmente se encontra com o chefe, e após um diálogo hilário (o Travis é uma figuraça) a luta começa.

Na cidade, inicialmente, você pode visitar uma espécie de ”agência de assassinatos”, uma agência de part-time jobs e o “No More Heroes Motel” onde Travis vive, sendo que à medida que você avança, vão surgindo novos lugares como a loja de vídeos, a loja de roupas, a academia, etc… há vários itens escondidos pela cidade como camisetas e umas bolas cuja função ainda estou para descobrir. XD
Você deve conseguir dinheiro de alguma forma para pagar à Agência por informações sobre o Top Ten de assassinos (e para comprar outras coisas também) para finalmente ir atrás deles.

O apartamento do Travis é show de bola. Tem o banheiro onde você salva (outra coisa engraçadíssima e genial, aliás – quando você liga o jogo com um save de NMH na memória do Wii, é só apertar o A pro Travis levantar da privada e continuar imediatamente de onde parou), a TV onde você pode ver vídeos e clipes de bandas reais (compráveis na loja, imagino eu) e o quarto, com o armário pra trocar de roupa e tal (destravei uma camiseta do Brasil, inclusive!).

Graficamente, o jogo é cool. Estiloso, legal e tals, mas um pouco feio por falta de detalhes em alguns cenários. O contraste é MUITO forte (propositalmente, eu creio), e os personagens estão ótimos! Putz, as cutscenes são demais; muito bem feitas e engraçadas (“If I become Number One, will you do it with me?” “Maybe, maybe not.” “Aww, c’mon! Just once!”) e os lábios estão bem sincronizados com a fala. O principal problema nos gráficos é a queda de framerate (não a “parada” proposital quando você acerta uma espadada), bem perceptível até mesmo quando quase não há nada na tela. O som é ótimo; com o Speaker do Wiimote emitindo sons durante a luta, na recarga de eletricidade da Beam Katana (inclusive ele bipa e “falha” quando a energia tá baixa), e até fingindo que é celular. As músicas são boas. Nos estágios tem aquela puta música envolvente que você ouviu tocar nos vídeos do Youtube; ela dá uma empolgação desgraçada. O problema é que a música toca em TODOS os estágios (pelo menos até onde joguei) e é bem repetitiva por si só. Ainda bem que é boa… a que enche o saco de verdade é a que toca quando você sobe na moto pra explorar a cidade. Na boa, dá até um alívio quando você desmonta. Mas ainda dá pra relevar. ^^

Minha conclusão depois dessas horinhas iniciais?
PUTA QUE PARIU, VELHO! NO MORE HEROES ROX!!

Mal posso esperar pela “versão violenta”! :D


Final de ano.

Dezembro 25, 2007

Amiguinhos. Gostaria de avisá-los que no momento, dois de nossos redatores, Sardo e Lucas, se encontram na praia, sem comunicação internética, o que nos leva a reduzir a quantidade de posts pela metade. Eu sou um ser que não tem console algum, apenas um computador que não é lá muito potente, o que reduz a quantidade de posts mais ainda.  Gostaria de deixar claro que possivelmente teremos uma (muito breve) pausa em nossa presença bloguística, mas que em 2008 voltaremos com toda força pra levantar essa bodega!

Previews do que virá:
No momento estou não muito longe da reta final de Aquaria e gostaria de deixar bem claro que o jogo é absurdamente bem feito, trama envolvente, ritmo empolgante, com muitos detalhes e segredos, está em fase de frequente correção com patches, suporte pessoal dos developers (O programador consertou pessoalmente um save com problema de um dos jogadores) mas enfim, vale a pena comprar o jogo. Só estou esperando sair a versão boxed pois ainda não tenho meios para adquirí-lo.

Espero em breve tomar vergonha na cara e fazer um post decente.
Feliz Natal a todos vocês, amiguinhos!


Porra Link!

Dezembro 20, 2007

Ilustração de StressedJenny - deviantart.comDesabafo rápido.

Cara, que a franquia Zelda é boa, ninguém pode negar. Mas tem um negócio que me deixa puto.

A falta de personalidade do Link.

Fala sério. Se tem um personagem mais brocha do mundo, é o Link. Tá louco. O cara não tem iniciativa, é um puta pau mandado e sempre se fode. É mais ou menos o Severino do mundo gamer, famoso “quebra-galho”.

 

Tem horas que eu penso, que se eu estivesse MESMO no lugar do Link, que é a idéia do jogo, já tinha estourado.

Bah, tá louco.


Top 5 “Por que Megaman é viado”

Dezembro 18, 2007

Hey pessoas!
Como vão?

Bem, acho que poucos devem saber, mas ontem foi aniversário de 20 anos do Megaman. Assim, resolvi fazer esse top 5 em homenagem ao robô azul.
Talvez durante a semana eu faça mais alguns posts do Megaman… Talvez não =D

Bem, que o Megaman é uma bicha louca, todos sabem… Existem diversos motivos que provam isso, mas aqui listarei os 5 principais que eu encontrei. Lá vai:

5 – Trocar de roupa quando vai usar arma

Quando nosso amiguinho destrói um robô inimigo, ele pega a sua arma. Legal.
Agora, por que raios ele tem de trocar de roupa?
Quando apertamos Start para que ele mude de arma, ele some, troca de roupa e volta com outra…
Que macho de respeito faria isso? Acho que nenhum!
Aqui mando uma imagem mostrando diversas roupas usadas por ele em Megaman 2…

Que modelito!

4 – Pular de perna e braço aberta

Acho que não preciso comentar muito… Quem pularia assim?
Parece que está dançado balé…
E olhem os braços… WEEEEEEEEEE

Pulando... WEEEEEE

3 – Boca quando pula

Achou que abrir as pernas pra pular era o pior? WROOOOOOONG
Ele pula abrindo a boca!
Com todo respeito às damas que lêem este blog, mas é uma baita boca de boq*****o.
Nada a comentar, Megahomem… =/

2 – Arma Top Spin

Tá… Ele sempre pega as armas dos chefões… Já soltou serras, tesouras…
O chefe dessa fase (Top Man), tudo bem, solta uns peões pra te atacar…
MAS O GOLPE DO MEGAMAN PRECISA SER UM BALÉ?
ALEM DE GAY, É COMPLETAMENTE INÚTIL!
Vejam abaixo a cena, que coisa meiga:

Gira gira giiiiraaaaa

1 – Cuequinha azul

Certo… Essa é a prova final da viadagem do robozinho…
Ele anda por fases enormes, destrói todo tipo de robô bizarro… E FAZ TUDO ISSO DE CUEQUINHA AZUL!
Claro que eu prefiro isso a ele sem cueca, né… Mas bem que podia por uma calça, sei lá…
Ainda, como bônus na imagem abaixo, preste atenção na pose dele, em cima de um prédio, com os cabelos voando…
VIADÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO

Olha a minha pose ui ui!

Bom, pessoal… era isso…
Não pensem que não gosto de Megaman, é uma das minhas séries favoritas!
Mas não podemos negar a viadagem do ser…

Parabéns ao Megaman, e até um próximo


Baygon e Nintendo se unem.

Dezembro 18, 2007

Baygon e Nintendo se unem após rumores de que as frequências sonoras do Nintendo Wii podem atrair baratas. A notícia foi publicada no site Destructoid

A parceria foi fechada hoje pela manhã, numa reunião de negócios em Tokyo. Os diretores de produção da Nintendo do Japão se reuniram com os representantes da Baygon, do grupo Johnson, para discutir o desenvolvimento de um sistema de proteção contra insetos para ser implantado futuramente no console. A Nintendo temia que o problema pudesse comprometer as vendas do console e criar uma imagem ruim frente a seus consumidores.

A equipe de tecnologia da Baygon mostrou-se empolgada em ter a oportunidade de unir a tecnologia das duas empresas, pois a parceria promete grandes avanços na indústria de controle de pragas, disse o representante de relações públicas da empresa. Estima-se que até a metade de 2008 o sistema estará pronto e funcionando e será instalado gratuitamente nos consoles sem modificações no japão. Não houveram comentários sobre outros países.

Ou não.


Desabafo rápido

Dezembro 15, 2007

Recentemente li no Kotaku, no Uol Jogos e no Continue alguns comentários sobre o fiasco que foi o lançamento japonês de No More Heroes. Em vinte minutos uma pessoa comprou o game e, pelo que dizem, só pra sair nas fotos. Isso porque os dois grandes caras envolvidos no jogo estavam lá, distribuindo o rolo de papel higiênico oficial de NMH e ainda por cima na companhia de uma japinha de minissaia vestida como a Sylvia (do jogo, não a Saint…)!

Um início bem fraco pra um dos jogos mais promissores e mais bem cotados desse final de ano. Um jogo que não consegue fazer barulho num console dominado por Marios e Miis… todos reclamam quando só têm minigames pra jogar, mas provavelmente estão ocupados demais com Wii Fit ou Wii Sports pra dar atenção a um jogo como NMH… e ainda culpam as produtoras por não investirem em idéias novas (em especial pro público ‘hardcore’)… =_=

No More Heroes é um dos jogos que mais quero jogar desde que vi o primeiro vídeo pela primeira vez, ainda antes de comprar meu Wii! Estou até tentando me convencer a encomendar o game original quando lançado nos states, viu (é um começo)… :X


Station Select!

Dezembro 10, 2007

Opa! Final de semana agitado esse! Domingo em Curitiba fazendo a segunda fase do vestibular da UFPR (logo teremos um calouro da Geologia aqui no Station Square ;D), comprando o primeiro All-Star da minha vida (lol!) e encontrando pessoas. Ou melhor, encontrando a Botan e o macho dela. =D

Quem a conhece sabe a figura que ela é! E sabe que nós temos um pequeno vício em comum…

Pump it Up NX

Ah, rapaz! Como fazia tempo que eu não subia em uma dessas máquinas bizarras! Já se foi o meu tempo de Pumper, óbvio; faz anos que eu não saio de casa simplesmente pra encontrar uma turma e passar a tarde suando grosso e treinando manobras mirabolantes pra chegar em casa quebrado e morto de cansaço. E faz anos que eu não gasto quase dez reais em fichas numa só tarde. É, a gente cresce, arruma novos hobbies, se cansa um pouco das coisas… e vira “Pumper casual”. Haha!

Mas é impossível passar na frente de uma dessas máquinas e não sentir uma coceira, uma vontade de dar pelo menos uma jogadinha… nem que seja só pra fazer de novo aquelas manobras na Funky Tonight e despertar comentários da “platéia” ou descobrir alguma música nova, ainda mais quando você é caipira e na sua cidade a versão mais recente da Pump é a Exceed 2. Não que isso mude muito, mas…

“Dois pila a ficha… tá, pra dançar a mesma coisa de sempre…” pensei. Pelo menos eu tinha a Botan como companhia e é sempre legal dançar com ela (que se empolga, torce e dá palpite de músicas). =D
Comecei. Como dançava na versão “nova” da Pump (Pump it Up NX), o que eu queria era uma música nova e diferente para freestyle (que no meu tempo era ‘double‘), já que é praticamente só isso o que muda de versão pra versão. “Dança essa aqui” disse ela.

T.O. – Footprints: uma música coreana aleatória, como quase todas no Pump it Up. E puta merda, ela empolga DEMAIS! Os passos são tranquilos e o ritmo é muito fácil, dá vontade MESMO de dançar. A desgraçada da música tá na minha cabeça até agora! Huhuhu, já tava animado e peguei uma tal de “Enter the Dragon”, que parecia um pouco mais com música de “mano”. Ótima também. Fora algumas outras (dancei duas fichas nesse dia, fazia tempo!) muito boas e que eu nunca tinha visto antes… e as velhas manobras de Funky Tonight. Foi legal pra matar saudades, me diverti pra caramba. HAHAHA!

Pump it Up ainda é um arcade bacana pra se jogar de vez em quando, viu…
Como eu disse no meu primeiro post, comparando Pump com Guitar Hero, é um jogo que não muda praticamente nada de versão pra versão…

…e continua legal pra cacete.


The cake is a lie.

Dezembro 8, 2007

Queridos leitores, este não é um review, é mais uma reflexão sobre minha experiência com Portal.

Na noite de quinta comecei a jogar Portal, fechando o mesmo no dia seguinte. Foram cerca de 4 deliciosas horas de tensão, diversão e uma sensação de “Mas que droga é essa?” Não necessariamente nessa ordem. Vou tentar não vou fazer um review de portal pois já falaram um bocado sobre ele por aí, vou apenas dar minha opinião sobre o jogo de maneira diferente.
Acho que leram minha mente de alguma forma na hora de fazer um jogo desses. Eu sou daquelas pessoas que utiliza métodos, digamos, alternativos pra passar de uma certa parte de um game. Gambiarras mesmo, sabe? Ficar bem na pontinha do cenário pra escapar de algo, dar um jeito de empilhar objetos esquisitos pra alcançar alguma coisa, pular no meio de alguma coisa no pequeno intervalo de tempo que algo fica aberto só pra saber se tem algo diferente lá dentro, etc.
O jogo funciona em grande parte dessa maneira, algo como “Te vira, meu filho. Te dei as ferramentas que vão te ajudar, agora é só se virar.” e isso que é interessante. Um desafio verdadeiro, pois você tem que analisar os cenários minuciosamente, às vezes para encontrar uma parede lá longe ou mandar uma bola de energia pra outro lugar e fechar o caminho de volta o mais rápido possível antes que você possa dizer “Pneumoultramicroscópicossilicovolcanoconiótico” (Ok, essa foi péssima, dá um desconto.)


(imagem descaradamente roubada, eu sei.)

Outro fator importantíssimo do jogo é a idéia de não lhe dar armas. Você tem portais, pronto. Você tem que usar as armas do inimigo contra eles mesmos e às vezes dar um jeito de fazer as armas deles cooperarem com você. É genial! Sem contar a atmosfera criada com as partes dos cenários que não deveriam necessariamente aparecer, ou a dúvida deixada se você deve ou não fazer o que lhe mandam.

 

Sou totalmente fã desses jogos que testam sua capacidade de raciocínio rápido e como você reage diante de um problema aparentemente impossível. Ok, o jogo não é tão difícil, foram poucos os cenários que tive de repetir por dificuldade para encontrar a solução ou por falta de atenção. Boa parte das vezes foi mais por burrada minha ou algum erro de cálculo de distância/tempo.

Definitivamente, o jogo proporciona uma experiência deliciosa e sua curta duração deixa vontade que haja uma continuação para o jogo. O que pode até ocorrer, mas é improvável.

 

E quando você jogar, assista até o fim e ouça a musiquinha, que já tem até homenagem do VGCats (vide link) =D


Evolution 2: Far off Promise

Dezembro 7, 2007

Hoje, lendo alguma coisa sobre o Dreamcast, descobri que Evolution 2: Far off Promise é um game um tanto underrated… Uma pena. Se antes o meu critério para adquirir games fosse a nota que recebe da crítica, como é hoje, eu teria deixado de jogar esse que ainda consegue ser uma belezura em forma de um simples RPG.

Lembro-me que, na época, procurava um RPG pra jogar.
O Grandia II eu consegui BEM depois, mas havia MUITOS problemas envolvendo a versão pirata deste. Todos sabem que a capacidade de um GD é superior à de um CD e que certos jogos de Dreamcast tinham de ser adaptados pra caber num CD… Grandia II (de um disco) teve que ser dividido em dois CDs, já que não se encontra “GD-R” por aí. =P Então pra piratear foi feita uma enjambração danada… as cenas em CG de Grandia II foram divididas entre os dois discos que continham o jogo inteiro, mas sem todas as CGs. E em uma determinada parte, o game trava e simplesmente não avança. E não tem cura pra isso (pra terminar o jogo, fui obrigado a baixar um save BEM mais avançado… mas aí já não eram mais os meus personagens).

Enfim, tornando ao assunto, lembro-me que procurava um RPG pra jogar e tinha visto na Super Gamepower um título interessante, acho que da Capcom, que não me lembro agora… mas sei que saí pra procurá-lo e não o achava em lugar algum. Aí vi na loja uma capinha azul e simpática da seqüência um game de que eu já tinha ouvido falar…

 Far off Promise

Evolution, o primeiro RPG de Dreamcast, que, fora isso, pra toda a crítica era simplesmente mais um joguinho neutro. Não resisti e levei, mesmo não esperando muita coisa. E tive uma surpresa daquelas!

Fui apresentado aos bonequinhos, que apesar de não serem exatamente “inesquecíveis”, tinham muita personalidade, tinham vozes (os diálogos eram falados em japonês) e, graças a deus, o personagem principal também falava em vez de simplesmente mexer a cabeça (o que me irrita… não sei por que continuam fazendo isso). Inicialmente, no grupo estão apenas Mag Launcher (o aspirante a digiescolhido da imagem acima), Linear Cannon, a menina (que guarda o grande segredo do jogo), e o mordomo Gre Nade (o homem com o nome mais estúpido que eu já vi).

Você é Mag, um jovem que tem uma dívida enorme a pagar… e encontra uma forma de fazê-lo trabalhando na exploração e procura de artefatos para a “Society”, uma espécie de grupo arqueológico. E, basicamente, o jogo é isso: exploração; o sistema de batalhas é divertido, mas não é muito original e do desenrolar da história eu nem me lembro muito bem…

Quem já jogou Digimon World 2 vai se sentir em casa. É quase a mesma coisa: você explora a cidade, conversa com pessoas, vai se equipando, arruma um trabalho e amigos, parte pros labirintos e anda por eles até encontrar o boss, pra depois voltar a cidade e procurar pistas para o próximo artefato. Simples assim. E tamanha simplicidade conseguiu me prender de uma forma que nunca vi antes (cheguei a ficar um dia inteiro jogando, quase sem parar)! Cara, o jogo era limpo, simples e divertido! Fazer as magias, explorar os labirintos, combinar coisas pra formar armas… bem, era muito legal. Pra quem não tinha mais o que jogar, Evolution 2 me foi uma bênção. Pelo menos até eu conseguir o meu Skies of Arcadia. =D

Enfim, esse é um dos jogos que provam que embora os reviews da crítica ainda devam ser levados em conta, a nota real de um game vai muito do gosto pessoal de cada um.
Illbleed é outro (obscuro) game que sofreu do mesmo mal, e, pra mim, é um dos melhores jogos de ”survival”. Ou, se não é, certamente é o mais original da era pós RE (sim, eu disse O). Pretendo fazer um post só sobre ele ainda (sim, eu sou o Museu Dreamcast do blog HAHAHA). ^^

Comecei falando de um jogo e acabei falando de quatro (…jogos). Eita!


Do nenhum a muitos.

Dezembro 6, 2007

Em abril/maio, estava eu a reclamar da falta minha falta de jogos.

Claro, só tinha o computador. E estava realmente de saco-cheio de jogar DotA no Warcraft ou jogar Diablo II atrás de runas e sets únicos.

Foi quando o desejo de possuir um Wii floresceu em mim. (que gay. Haha) E após insistencias e choros (tá, issó é mentira, mas ajuda no drama da história), consegui finalmente o tão-aclamado, com Wii-Sports, Zelda e bagaceiras mais.

Engraçado, é que, só tinha o Zelda que me prendeu por horas na frente do Vídeo-Game – umas 50 horas pra ser mais exato. E então, já tinha encostado o Wii.

Sem jogos, o desejo de um DS cresceu também, após ver o companheiro de blog, Chrono, com o seu branquinho, mostrando o remake de Final Fantasy III e comentando que diversos títulos sairiam para o DS, inclusive o remake Final Fantasy IV.

Eu nunca fechei um Final Fantasy, só pra constar. Mas ví alí uma pequena coceirinha na mão para jogá-lo e finalmente quem sabe, criar vergonha na cara e terminar pelo menos um. Afinal, o jogo tava bem bonito e legal. Fora que eu curti pra caramba os menus em touch-screen.

Pronto tava feito, enchi o saco da minha irmã, para que ela enchesse o saco do meu pai, para comprar um! Pois agora, ela tem mais créditos com ele que eu. =P

Ae com o DS, o meu leque de games havia expandido significativamete. Mas eu não esperava que tanto.

Hoje me vejo preso a uma lista gigante de games. E pior, cada vez aparecem mais e melhores. Pelo menos em reviews pela internet.

Espero eu, que possa colocar em dia, tudo o que pretendo jogar. Ou se não for possível (o que é óbvio que vá acontecer) que cumpra pelo menos 30% do previsto.

Então fica aqui, uma pergunta:

Quais são os seus futuros planos gamísticos?

Segue a minha lista não necessariamente nesta ordem:

* Final Fantasy III (DS) – que comecei e ainda não tive tempo de terminar! Droga.
* Super Mario Galaxy (Wii) – que ainda não fechei com as 120 estrelas e pela beleza do jogo, merece que eu gaste mais tempo nele.
* Zack & Wiki (Wii) – po, eu vi o jogo e ainda não pude jogá-lo. droga! parece legal pra caramba.
* Legend of Zelda: The Phantom Hourglas (DS) – mesmo empolgado do jeito que eu tava, e estou ainda. o Mario Galaxy acabou roubando a cena legal. =P
* Sonic and The Secret Rings (Wii) – culpa do Fabio Bracht que apresentou argumentos (este.1 e este.2) consistentes e me fez aguentar o tutorial. aí quando fica legal, vem o Lucas e me leva o jogo! ;~
* Puzzle Quest (DS) – me deu curiosidade de jogar, só por causa deste review, muito legal feito pelo blogueiro Lipedal.
* Resident Evil 4 (Wii) – comecei e foi outro que o Mario Galaxy tomou a frente na cara-dura.

Sim, eu sei que vai ser praticamente impossível completá-la. Mas espero pelo menos, ter experiência suficiente com eles para futuros comentários ou até mesmo reviews.