Game Music.

Novembro 16, 2007

Há pouco, um post do Alexei, do Hadouken, me empolgou pra falar de um fator de suma importância nos games. Música.

 

Toda a sonoridade empolgação, emoção, whatever, responsável por grande parte da atmosfera criada em sua jornada, ou mesmo momentos para saber que está tudo bem.
Quem nunca se sentiu aliviado ao ouvir a musiquinha da sala de Save de Resident Evil, ou de ouvir a parada dramática de uma música após uma sequência desesperadora de ação? (A parte do elevador em Half Life Episode é um ótimo exemplo) Ou até de ouvir a calmante música de Balamb em Final Fantasy VIII.
Isso, claro, sem contar as marcantes músicas de Sonic e Mario, que mesmo os não-gamers conhecem ao ouvir. Tem gente que gosta de músicas que tocam 25 vezes por dia no rádio, o que não é nem próximo do meu caso, muito provavelmente nem dos leitores do blog, e tem gente que gosta das músicas que são clássicos e marcaram época, certo? Creio que isso é o caso de uma grande maioria.
Tem o outro caso que aprecia ao extremo músicas que são atemporais e da melhor estruturação, beleza, harmonia e sei lá mais o que possíveis (ou não), pois conseguem resumir o significado de um momento que está passando ou que está por vir em algumas notas. Músicas de games.
Fico tentando imaginar quantas horas são gastas, quanto estudo deve ser feito, quanto empenho, sangue, suor e lágrimas e muito provavelmente noites sem dormir para criar uma trilha sonora a altura da complexidade do game e em alguns casos a paixão pelo game em que o indivíduo está envolvido.
Como será que foi para criar a música de Mario ou da Green Hill Zone? Será que foi ao acaso? Será que o criador tem idéia do impacto e das proporções que suas notas tomariam?
Ainda hei de saber!

 

Eu, como amante de games e música, tenho muita vontade de tocar músicas de game e algum dia se me tornar alguém experiente e habilidoso até ser responsável por trilhas sonoras! Claro que não chegaria aos pés de um Yasunori Mitsuda ou um Nobuo Uematsu mas, quem sabe, né?
Então das duas uma: Se eu me tornar um ilustrador absurdamente foda, posso criar arte conceitual para jogos ou então criar músicas!

 

Sonhar nunca é demais, certo?

 

Para quem não entende do que estou falando, é só dar um play nos vídeos abaixo.

 

Chrono Trigger (o mais conhecido e querido)

 

Chrono Cross – Time’s Scar (na minha opinião, o mais foda)

 

One Winged Angel (Final Fantasy VII e Advent Children)

 

Half-Life 2 – Hard Fought

 

Tem muito mais coisa, eu sei, mas foi o que minha cabeça semi-acordada conseguiu fazer durante o início de uma jornada de trabalho. Talvez eu elabore melhor esse post. Talvez.

 

E não posso deixar passar: Um medley de 20 anos de Game Music =D

EDIT: Não posso me perdoar por ter esquecido uma abertura tão absurdamente foda.
Aí vai:
Final Fantasy VIII

 

P.S.:

 

E aqui, uma singela homenagem ao falecimento oficial da Atari.
A empresa que construiu a história dos videogames vai deixar saudades no coração de todos que passaram tarde jogando River Raid, Keystone Capers e outros memoráveis clássicos do console. É com imenso pesar que dou adeus à pioneira e guerreira Atari.

Atari - Rest in Peace