Você lembra? Splatterhouse.

Novembro 30, 2007

Resident Evil? Silent Hill? Pfff… Fichinha! Survival Horror Hardcore mesmo é Splatterhouse!

Monstros, Corpos mutilados, sangue, música tensa e brutalidade. Esses são os principais fatores que formam um dos fundadores, senão O fundador do estilo Survival Horror.

SplatterHouse, nascido em 1988 como um beat-em-up/horror de Arcade da Namco que depois migrou para os consoles (Master System, Mega Drive, etc.)

O jogo foi o primeiro a ter o tal do “Parental Advisory” (Rated 13+) devido à violência presente no jogo e com destaque especial para o chefão da quarta fase: Uma cruz invertida (cuja imagem infelizmente não consegui encontrar, nem tive capacidade cof, cof, tempo de chegar lá para tirar screenshot)

Enfim, durante o jogo, você enfrenta uma mansão atolada de monstros em cada sala. Para passar à próxima sala, deve derrotar todos os monstros presentes na mesma para que as portas se abram até chegar ao chefe (um X no mapa.)

O pesadelo se passa na West Mansion, apelidada de Splatterhouse. Um local onde de acordo com rumores, um parapsicólogo (Dr.West) realizava experimentos bizarros até o dia que misteriosamente desapareceu. Dois universitários, Rick Taylor (o protagonista) e Jennifer Willis, sua namorada (o motivo da história) foram visitar a mansão para um trabalho acadêmico e foram se abrigar lá dentro, devido a uma misteriosa tempestade.
Lá dentro os estudantes são atacados por criaturas estranhas e Rick é nocauteado enquanto Jennifer é sequestrada. Rick ao acordar, percebe que há uma máscara presa a seu rosto, a Terror Mask, uma máscara cerimonial maia de sacrifícios, que diz que o ajudará a resgatar sua amada, graças à força descomunal que a máscara proporciona.

O clima do jogo é totalmente macabro, com uma história digna de um bom filme de terror/ação e a história se desenvolve bem ao longo das fases. Os inimigos também variam bastante, desde mãos mutiladas MUITO chatas, que ficam pulando em Rick, até algo semelhante a um bebê enforcado.

Splatterhouse é uma trilogia muito bem sucedida, bastante tensa e desafiadora e conseguiu me proporcionar alguns pesadelos (comecei a jogar aos 4 anos de idade) e momentos divertidos, apesar do clima desesperador do jogo. O personagem Rick foi até homenageado no jogo Kid Chameleon (vide imagem abaixo)

Só pra constar, a primeira frase do post foi de caráter puramente provocativa, pois eu adoro Resident Evil e Silent Hill, mas se a frase fez você chegar até aqui, então funcionou =D

Falando nisso, dêem suas opiniões e falem sobre os jogos que te fizeram perder o sono na infância, seja pelo clima ou pela dificuldade.


E Mario continua a fazer suas maldades…

Novembro 24, 2007

Até quando essa crueldade vai durar?
Mario - Cruel
(Tradução)
- Que tipo de doente faria isso a alguém?
- G-g-gente, gente, sério..Eu vou vomitar!

(Créditos à Dani, minha namorada, por ter me mostrado a tirinha)


Pay-Per-Mario

Novembro 20, 2007

Pois é… enquanto nós, donos de desbloqueios vagabundos de Wii curtimos belos trabalhos da Nintendo como Metroid Prime, Zelda e Wii Sports, a famosa trava de Super Mario Galaxy continua dando o que falar.

Apesar de consumir games piratas, tenho que tirar o chapéu pra Nintendo pela atitude, porque além de ter virado o mundo dos modchips do Wii de cabeça pra baixo (embora eu tenha ouvido falar que isso já acontecia no PS2) acabou conseguindo mesmo o que queria, que era diminuir a pirataria em cima desse jogo que, pelo que parece, está para se consolidar como um dos melhores de todos os tempos. Por causa da trava, muita gente que queria o game acabou optando por esperar mais um pouco para poder jogar o original.

Outros, como eu, que não têm tanto dinheiro assim pra gastar num jogo original, ficam na merda. =X

Ok, não sei se é legal admitir assim, na cara dura, que uso piratas… Mas agora foi.

O principal motivo pelo qual resolvi escrever esse post é porque eu quero desabafar um pouco. Sabe, tenho medo do futuro.
Temos o Super Mario Galaxy com uma trava que já foi burlada e tals… quem tem um chip melhorzinho já conseguiu atualizar e tá jogando… mas e eu? Eu nem sei que chip é o meu, pra começar. Fiz o teste com algumas atualizações e nada… Só me resta a do Wiinja. Mas e se não for essa?!

Passei nas lojas de Joinville pedindo informações sobre a atualização dos desbloqueios… todos dizem que exige uma certa perícia técnica e que tem que reprogramar o chip… por uma bagatela de 50 reais. Puta merda, cinqüenta reais!
“É mais barato do que um jogo original”, certo… mas por games piratas se paga 12 reais… e não 62…

Se for só dessa vez, tudo bem, mas…

…supondo que minhas esperanças se tenham acabado e que eu resolva tentar isso. Ótimo, estarei jogando Mario Galaxy e na espera por Super Smash Bros. Brawl… pra pôr o disco no drive e descobrir que a Nintendo arranjou mais uma maneira de ele detectar o meu desbloqueio. Mais 62 reais. E Mario Kart? Nova maneira de detectar o chip; mais 62 reais…

Bem, eu vejo três soluções: ou vou torrando minha grana aos pouquinhos com cada atualização que tiver de fazer (pra cada game da Nintendo que sair?! puta merda!), ou torro mais num CycloWiz, ou torro mais ainda removendo o meu desbloqueio e comprando originais (o que seria o mais correto).

Bem, veremos… se conseguir alguma coisa, falo pra vocês e comento o jogo. =D

EDIT: hoje o Sardo trouxe seu Wii atualizado direto da assistência técnica para cá e pudemos finalmente testar o jogo! Putz, é mesmo bacana! Num primeiro momento, o que mais me impressionou mesmo foram as músicas; são todas orquestradas. Achei demais. Agora é esperar pra poder curtir com mais calma depois… ;D


Aaah, feriado!

Novembro 19, 2007

Graças ao feriado passado, 15 de novembro, que por sorte de poucos, grupo seleto onde acabei me incluindo, se extendeu até o final de semana, pude finalmente jogar algo pendente e fazer breves impressões que talvez venham a receber análises mais detalhadas e críticas.

Lego Star Wars – Wii

No meu último post, comentei sobre o modo cooperativo e minha expectativa de um game que voltasse as origens e me fizesse jogar por horas.

Graças! Fui atendido com o Lego Star Wars!

Ô joguinho legalzinho sÔ! O game é divertido pra caramba, pelo menos pra mim que além de gostar de Star Wars, brincou de lego até machucar as mãos.

Junta de forma harmoniosa os dois ambientes mostrando exatamente a história conforme os filmes. Montar peças no chão com poderes Jedi, subir em robôs de Lego e ter o famoso “djuuuuuuuuuuuuuuon” saindo do Wiimote são vários atrativos do game. Gostei e recomendo à quem gosta de Star Wars e de Lego.

Fifa 2008 - Wii

Outro que passei praticamente 7 horas jogando foi Fifa 2008 com o cunha. Caramba, incrível como iniciamos um campeonato querendo fazer UM gol de cabeça, e só fomos conseguir êxito na 24ª partida. Tá louco!

Sobre o game? Ah, é futebol. Não vejo muitas diferenças dentre títulos, apesar de prefirir Winning Eleven. Mas o game evoluiu, tá bem divertido de jogar e no nível de dificuldade maior, ainda não consegui ganhar se não, nos penaltis. Saco!

Resident Evil 4 - Wii

Outro que tive o prazer de jogar, pouco mas joguei, foi o Resident Evil 4. Cara, que jogo ANIMAL! Putz! Mas esse comentarei mais pra frente, já que joguei muito pouco dele e vou acabar falando asneira!

Zelda: Phantom Hourglass - DS

Não tem pra ninguém, o campeão nesse feriadão foi o Zelda: Phantom Hourglass. Não to muito longe também, mas esse já merece todo o mérito só por me prender por horas na frente do DS.

O game é diferente e utiliza funções que nunca usadas antes, pelo menos por mim, pra resolver os quebra-cabeças do mundo Zelda. Assopre, fale, feche e abra o DS, são algumas das coisas que me empacaram por não saber o que fazer. Tá louco, isso que é inovar na jogabilidade.

Nunca tinha jogado Zelda até Twilight Princess pro Wii que é lindamente do caralho, e não conheço muito da série. Mas cara, quando falam que o Ocarina of Time é o melhor deles, eu penso que deve ser O MELHOR GAME DO MUNDO.

Quanto ao PH? Perfeito. Prende o jogador e diverte. Puzzles são legais e não enjôam. Muito bom o game, e mesmo sem ter chego nem sequer a metade, recomendo a todos jogar mais essa maravilha do mundo Zelda.


Game Music.

Novembro 16, 2007

Há pouco, um post do Alexei, do Hadouken, me empolgou pra falar de um fator de suma importância nos games. Música.

 

Toda a sonoridade empolgação, emoção, whatever, responsável por grande parte da atmosfera criada em sua jornada, ou mesmo momentos para saber que está tudo bem.
Quem nunca se sentiu aliviado ao ouvir a musiquinha da sala de Save de Resident Evil, ou de ouvir a parada dramática de uma música após uma sequência desesperadora de ação? (A parte do elevador em Half Life Episode é um ótimo exemplo) Ou até de ouvir a calmante música de Balamb em Final Fantasy VIII.
Isso, claro, sem contar as marcantes músicas de Sonic e Mario, que mesmo os não-gamers conhecem ao ouvir. Tem gente que gosta de músicas que tocam 25 vezes por dia no rádio, o que não é nem próximo do meu caso, muito provavelmente nem dos leitores do blog, e tem gente que gosta das músicas que são clássicos e marcaram época, certo? Creio que isso é o caso de uma grande maioria.
Tem o outro caso que aprecia ao extremo músicas que são atemporais e da melhor estruturação, beleza, harmonia e sei lá mais o que possíveis (ou não), pois conseguem resumir o significado de um momento que está passando ou que está por vir em algumas notas. Músicas de games.
Fico tentando imaginar quantas horas são gastas, quanto estudo deve ser feito, quanto empenho, sangue, suor e lágrimas e muito provavelmente noites sem dormir para criar uma trilha sonora a altura da complexidade do game e em alguns casos a paixão pelo game em que o indivíduo está envolvido.
Como será que foi para criar a música de Mario ou da Green Hill Zone? Será que foi ao acaso? Será que o criador tem idéia do impacto e das proporções que suas notas tomariam?
Ainda hei de saber!

 

Eu, como amante de games e música, tenho muita vontade de tocar músicas de game e algum dia se me tornar alguém experiente e habilidoso até ser responsável por trilhas sonoras! Claro que não chegaria aos pés de um Yasunori Mitsuda ou um Nobuo Uematsu mas, quem sabe, né?
Então das duas uma: Se eu me tornar um ilustrador absurdamente foda, posso criar arte conceitual para jogos ou então criar músicas!

 

Sonhar nunca é demais, certo?

 

Para quem não entende do que estou falando, é só dar um play nos vídeos abaixo.

 

Chrono Trigger (o mais conhecido e querido)

 

Chrono Cross – Time’s Scar (na minha opinião, o mais foda)

 

One Winged Angel (Final Fantasy VII e Advent Children)

 

Half-Life 2 – Hard Fought

 

Tem muito mais coisa, eu sei, mas foi o que minha cabeça semi-acordada conseguiu fazer durante o início de uma jornada de trabalho. Talvez eu elabore melhor esse post. Talvez.

 

E não posso deixar passar: Um medley de 20 anos de Game Music =D

EDIT: Não posso me perdoar por ter esquecido uma abertura tão absurdamente foda.
Aí vai:
Final Fantasy VIII

 

P.S.:

 

E aqui, uma singela homenagem ao falecimento oficial da Atari.
A empresa que construiu a história dos videogames vai deixar saudades no coração de todos que passaram tarde jogando River Raid, Keystone Capers e outros memoráveis clássicos do console. É com imenso pesar que dou adeus à pioneira e guerreira Atari.

Atari - Rest in Peace



Clássicos do Dreamcast na nova geração – Parte Um.

Novembro 14, 2007

Freqüentemente, mesmo com o Wii ligado aqui na tevê e o NullDC funcionando razoavelmente bem, tenho vontade de ligar o meu Dreamcast e passar umas boas horas curtindo um Shenmue, um Skies, um Bomberman Online, um Virtua Tennis ou um Sonic Adventure como nos velhos tempos. Ah! Nada como o bom e velho Sega Dreamcast.
Então vem a decepção: ele não mais funciona. :/

Depois de inúmeros consertos e gambiarras e uma ferrenha luta contra a morte, meu velho companheiro tombou.

Então vem o meu querido Wii, que tenta suprir a falta que os games do Dreamcast me fazem. Percebo que não adianta. O Wii é demais, é genial e tudo… mas certos jogos do DC têm um lugar especial no coração de todos os que foram seus donos um dia. E, bem, a saudade bate, e apesar das novas gerações e tudo o mais tem-se sempre aquela vontade de retornar a um mundo que tanto entreteve no passado (coisa que o sucesso do Virtual Console e dos emuladores tá aí pra provar).

Portanto, pra mim, acho que uma das melhores coisas que se pode fazer são versões dos clássicos da geração Dreamcast para os novos consoles. Ports (melhorados, obviamente) ou novas versões, o que quer que sejam, dariam a todos a oportunidade de conferir games que, apesar de excelentes, passaram batidos pela maioria dos jogadores. Sim, já vi muita gente por aí que nunca nem viu um “DrimQuest” ao vivo. =P

Série Power Stone, da Capcom.
Que já saiu pro PSP, por sinal. Game de luta da Capcom e seu primeiro trabalho no Dreamcast. São vários personagens em uma arena de luta 3d completamente interativa, com itens e armadilhas.
O objetivo é conseguir as três “Power Stones” para assumir a segunda forma do personagem, quase indestrutível com suas magias e golpes especiais. Quando o tempo de transformação acaba, as três pedras retornam ao cenário e a busca continua… O 2 é uma suruba multiplayer desenfreada! Ótimo! HAHAHAH

Esse pode ser multiplataforma e online, já que o sensor de movimento do Wii não vai ter muita serventia aqui.

Illbleed, da Crazy Games.
Esse Survival Horror da mesma produtora de Blue Stinger eu acredito que poucos tenham tido a chance de jogar. Você é uma garota tentando salvar seus amigos num parque de diversões de terror trash. Sim, o jogo é TRASH! E é ANIMAL! Espere sangue pra todos os lados, monstros pra lá de feios… enfim.
Você tem basicamente em seu poder um Horror Monitor (e, dependendo da fase, algo pra usar de arma), que serve pra desabilitar as armadilhas que você encontra pelo caminho seguindo a orientação dos seus sentidos. Por exemplo, se a audição começa a “pulsar”, significa que tem uma armadilha com barulho por perto… aí você direciona o horror monitor pro telefone, por exemplo, e aperta o botão. Nesse caso, quando chegar perto dele, nada acontece, mas se você cair na armadilha, acontece alguma animação e você reage conforme a ela. Por exemplo, se estoura uma lâmpada perto do personagem, ele só toma um susto e os batimentos cardíacos aumentam.
Essa é outra grande sacada do game, você pode morrer de várias formas: por hemorragia (se cair em muitas armadilhas que machucam ou apanhar muito dos inimigos e sair correndo e pingando sangue, por exemplo), por taquicardia e parada cardíaca, ou acabando o HP mesmo. Aí você tem que ir controlando… se os seus batimentos estão muito altos, você vai andando devagar… e por aí vai. Excelente.

No Wii seria muito bem-vindo. O Speaker do Wiimote poderia denunciar algumas armadilhas…

Chu Chu Rocket, da Sega.
O primeiro Multiplayer Online do Dreamcast é um puzzle realmente diferente e bem sacado: ratos e gatos andam pra lá e pra cá em um cenário que parece um tabuleiro de xadrez. Você põe setinhas no chão para determinar a direção que os ratos e gatos tomam.
O objetivo é colocar os ratinhos dentro dos seus foguetes e os gatos longe destes; ou nos foguetes dos adversários. ;D
Parece bobo, mas quem já jogou o multiplayer (Offline mesmo!) tem idéia do quão divertido é. Demais!

Digo que esse jogo ficaria PERFEITO no DS. Concordam?

Enfim, esta foi a parte I da sessão Dreamcast na nova geração. Até a próxima! ;D


Co-op mode!

Novembro 13, 2007

Estavamos conversando, me and Chrono, sobre Lego Star Wars. Ele falando da experiência dele com o game para DS e eu comentando que acabara de me apossar do mesmo para o Wii.

Até que comentei que o do Wii, tem suporte para até 4 jogadores (não sei se é verídico, hehe), porém ainda não tive a oportunidade de conferir esse multiplayer (nem do game em si pra ser mais exato), e que esperava poder se deliciar com multiplayer co-op.

Co-op? Como assim?

Co-op, de co-operação ou cooperação, tem como descrição, segundo Wikipedia:

“Cooperação [...] é uma relação de entreajuda entre indivíduos e/ou entidades, no sentido de alcançar objectivos comuns [...]“

Ou seja, um game que me fizesse voltar no tempo dos grandes multiplayers, e fizesse chamar um(s) amigo(s) para tentar, digo tentar porque tinham uns que eram realmente difíceis, chegar ao final e
obter, como alguns dizem, o nirvana eletrônico.

Creio que são poucas as pessoas que preferem a cooperação a competição, e eu sou uma delas. Tá certo que pra tudo tem a hora certa, não vamos jogar co-op em 2 quando temos 8 pessoas na fila pra jogar, óbvio que a melhor opção seria, nesse caso, a competição.

Mas quando fazia uma jogatina com menos pessoas, optava sempre pelos games co-op. Battletoads, Tartarugas Ninjas (aquele que jogava inimigo na tela, hehe), Joe e Mac, aquele do Pato Donald e o Mickey que trocavam de roupas conforme as fases, Bomberman ou até mesmo Rock’n Roll Racing, que tu tinha como opção vencer em conjunto, ou só aniquilar com todos inclusive o player 2.

Putz, era divertido pra caramba. Mas que esse estilo de game, foi meio que deixado de lado hoje. São muito poucos os games com opção co-op. O último game recente que joguei em co-op foi Mortal Kombat Shaolin Monks (acho que é isso, ou mais ou menos isso heh) pro PS2 na casa de um amigo.

Talvez eu esteja desatualizado. Afinal, não tive um console da geração passada. Mas, creio eu que, um dos grandes responsáveis por essa mudança foram os FPS’s ou First Person Shooters. Embora os primeiros FPS’s que joguei (Heretic, Hexen…) vinham com padrão o modo co-op, e cara como era difícil. Putz!

Mas não acho ruim, afinal, acho que FPS’s são MUITO mais divertidos em competição. Quake III Arena no DreamCast que o diga.

Mas sinto falta de games que utilizavam o modo co-op como atrativo. Que permitiam que os personagens fazessem as mesmas coisas ou que tivessem habilidades diferenciadas mas que cada um ajudasse de alguma forma no desenrolar da história.

Hoje, vejo o Super Smash Bros Brawl, futuro grande título da Nintendo, e brilha meus olhos de saber que uma opção co-op estará lá disponível tanto online quanto offline. Espero que os jogos retornem com tal função que tanto me divertiu por anos.

 


Você Lembra? Streets of Rage

Novembro 12, 2007

No “você lembra?” de hoje, falarei sobre um clássico memorável do Mega Drive: Streets of Rage 2.

Falarei brevemente sobre o primeiro jogo para que não fiquem perdidos.

Jogo no estilo Beat’em up, lançado em 1991 pela Sega, com a empolgante trilha sonora criada por Yuzo Koshiro, envolvente e empolgante do início ao fim, com uma história razoavelmente bem-elaborada, digna de um filme de ação a nível de “O Justiceiro”
A história se passa em uma cidade próspera, ativa e cheia de vida caiu nas mãos de uma grande organização criminosa, que conseguiu manter a identidade de seu líder em segredo e comprou a lealdade e o silêncio de políticos e até da polícia, salvo por poucos policiais que tentaram em vão manter a integridade da cidade, mas eram silenciados por seus superiores.

Até que três policiais cansaram de ver o caos diário em sua cidade e largaram das forças policiais para tentar mudar o destino de seu lar, custando o que custar. Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fieldin, ex-agentes da polícia altamente treinados e habilidosos fariam justiça com as próprias mãos.

Os heróis seguem seu caminho pela cidade, enfrentando os mais variados inimigos nos mais diferentes cenários, de centro da cidade a prédios fechados e luxuosos ou balsas recheadas de bandidos. Na seqüência final do jogo, os agentes lutam contra o líder da organização criminosa, conhecido como Mr. X (clichê, eu sei.)
Após (supostamente) matarem-no, encontram-se com um policial que os ajuda esporadicamente durante o jogo, com tiros de bazuca e vão para casa, rumo à reconstrução de sua cidade.


(O segundo jogo inicia com a mesma imagem)

Streets of Rage 2

Um ano após a batalha, a cidade estava novamente em paz. Porém, Mr. X, cujo acreditavam estar morto, retornou mais forte que nunca, desta vez com um exército muito mais poderoso. Sedento por vingança, Mr. X sequestrou Adam, um dos integrantes do primeiro jogo. Para resgatá-lo, os personagens Axel e Blaze chamaram o irmão mais novo de Adam, Skate (Adolescente “cool” na época, com seu boné e seus patins) e Max, um lutador grande e forte (No melhor estilo Haggar).

O jogo é bem feito e rico em detalhes para sua duração e assim como o anterior, sua trilha sonora é ótima e o jogo cria uma variação interessante de fases, passando de empolgação, à tensão, ao êxtase do fim. (O jogo dura cerca de uma hora, para um jogo de luta é um bom tempo. Além do mais, há o modo para dois jogadores se enfrentarem.)
Cenários urbanos, bares, campos de baseball, parques temáticos de terror, navios, ilhas e vários outros cenários compoem a atmosfera mágica que o jogo cria. Sem contar os inimigos, que variam de punks, clássicos do primeiro jogo, a ninjas, lutadores, aberrações e robôs.

Não farei spoilers sobre o jogo, mas posso dizer que é um “Must Play” para todos os amantes – ou não – do gênero. Garanto que será uma experiência agradável do início ao fim.

Aqui, novamente o link para o Gens, necessário para emular os jogos Streets of Rage 1 e Streets of Rage 2. Vale reforçar que recomendo utilizar o jogo original ao invés do pirata, porém, é difícil encontrá-lo. Em todo o caso, é legalmente permitido utilizar o pirata durante 24 horas.

Falando nisso, não citarei a terceira versão do jogo, pois considero uma tentativa em vão de reproduzir o sucesso de seus anteriores.

EDIT: O Senile Team fez uma homenagem aos jogos do estilo, utilizando clássicos dos jogos de luta. O nome do jogo é Beats of Rage e é grátis para download. Vale a pena conferir! (Créditos ao John pelo reminder =D)


“Jogos que você deve jogar… para perceber que nunca deveria ter jogado!” Dudes with attitude

Novembro 10, 2007

Hey pessoas.
Estou iniciando hoje uma nova sessão do blog “Jogos que voce deve jogar… para perceber que nunca deveria ter jogado!”. Nesta sessão trataremos de alguns jogos toscos, porém não necessariamente ruins. São daqueles que você começa a jogar e pensa “o que o criador desta pérloa andou fumando?”. Claro que também traremos aqui os piores jogos que você pode imaginar, sempre tentando convencê-los a testá-los… e depois se arrepender. =D

O jogo que estréia essa sessão é um que, embora eu não considere tãããão ruim assim, a maior parte das pessoas odeia: Dudes with Attitude.
O que faz dele um jogo digno desta sessão?
Em primeiro lugar, vamos seguir o caminho de um novo jogador…

Ligamos o tão falado. Logo de cara, vemos a tela principal: o título “Dudes with Attittude”, uma cabeça com tapa olho e dente de ouro. Legal, serei um pirata! Então, pressionado o START, entramos na tela com a seleção de personagens.

Beleza, podemos escolher até um Bozo pra jogar! Eu peguei o carinha mais cool, mais descolado, o HAPPY (mentira, é porque ele era o primeiro e eu estava com preguiça de pensar em quem pegar).

Escolhido o personagem, vamos ao mapa, a ILHA DO TESOURO. Lá, escolhemos em qual fase iremos jogar… E o jogador começa a fica ansioso… “O que será que encontrerei nestas malditas ilhas?”… E eis que ele entra na primeira fase…

SIM! VOCÊ É UMA CABEÇA QUE TEM QUE PEGAR AS JÓIAS MAIS BIZARRAS POSSÍVEIS!
Mas o negócio ainda piora… a sua cabeça só pode ser movida para cima e para baixo… e está constantemente andando para a direita e para a esquerda… (mas hein? o.O)
Bom, já que estamos aqui, porque parar de jogar? Vamos tentar passar a primeira fase…
E, assim, nos deparamos com outra surpresa…

Para pegar as jóias de outras cores, vc tem que encostar na tinta… E PINTAR O CARECÃO!
E, conforme você pega as jóias e passa a fase, começam a abrir outras localizações no mapa. Agora, com inimigos (BIZARROS, por sinal) que você deve desviar, labirintos, entre outras coisas…

Como eu disse no começo, esse jogo não necessariamente é um jogo ruim… Eu, por exemplo, gosto dele, e jogo até hoje de vez em quando…
Vale uma jogada, pelo menos para ver o nível de trashzice que pode ser encontrada nos jogos.


Metroid Prime 3

Novembro 10, 2007

Ufa, finalmente! Terminei o jogo há pouco e o que posso dizer é que meu primeiro contato com a série Prime valeu cada uma das 17 horas e 48 minutos em que Corruption me entreteve, mas não pretendo jogá-lo de novo.

O jogo é ótimo; excelente; um tesão! Me prendeu como nenhum outro a ponto de eu sempre escolhê-lo para jogar em vez de Zelda: Twilight Princess, mas há coisas de que eu não consegui gostar no jogo (algumas que me deixam puto, inclusive). Embora, claro, o saldo continue positivo.

Os load times de uma sala para a outra quando se abre uma porta. Ok, você está perdido no meio de umas ruínas e se cansou de admirá-las, até porque você quer avançar no jogo, claro. Aí você tem que atravessar trezentas salas pra voltar pra sua nave que está láááá na puta que a pariu; muito bem, você atira na primeira porta (…), atira de novo, aguarda, continua atirando e descarregando a sua raiva na pobre da porta que se recusa a abrir… POBRE DA PORTA É O CARALHO! ABRE LOGO! ARRRGH!
Por fim, ela se abre. Ufa, só mais 299 salas pra atravessar. =D

A isso se somam os inimigos que sempre estão lá quando você volta pra uma sala (tinha uma naquela nave onde se colocam as Power Cells REPLETA de pequenos Metroids… argh) e também a história e os personagens, que pra mim pareceram muito… “sem sal”.
Sabe, no Super Metroid eu não tinha idéia do que eu estava fazendo naquele planeta… simplesmente explorava. E adorava isso. Mas em Prime, que, diferentemente de Super Metroid, tem cenas em que a história se desenrola e etc, isso não dá certo; sabe, faltou um ‘tchan’ nas cenas pra que elas ficassem pelo menos algo mais envolventes… putz, a batalha contra Gandrayda foi um tesão, mas depois, sei lá… parece que faltou algo de dramático na cena que mostra ela morrendo… enfim…

O final também… Cara, como disse o Rodrigo, aquilo é final de Street Fighter II! Hahahahah!

Mas apesar de tudo, como eu já falei, o jogo vale cada minuto investido. =D
Porque nem sempre é o final do jogo que importa, né! O gameplay compensa!

Enquanto isso vou ver se arranjo um controle de GameCube pra jogar The Twin Snakes