Resident Evil? Silent Hill? Pfff… Fichinha! Survival Horror Hardcore mesmo é Splatterhouse!
Monstros, Corpos mutilados, sangue, música tensa e brutalidade. Esses são os principais fatores que formam um dos fundadores, senão O fundador do estilo Survival Horror.
SplatterHouse, nascido em 1988 como um beat-em-up/horror de Arcade da Namco que depois migrou para os consoles (Master System, Mega Drive, etc.)
O jogo foi o primeiro a ter o tal do “Parental Advisory” (Rated 13+) devido à violência presente no jogo e com destaque especial para o chefão da quarta fase: Uma cruz invertida (cuja imagem infelizmente não consegui encontrar, nem tive capacidade cof, cof, tempo de chegar lá para tirar screenshot)
Enfim, durante o jogo, você enfrenta uma mansão atolada de monstros em cada sala. Para passar à próxima sala, deve derrotar todos os monstros presentes na mesma para que as portas se abram até chegar ao chefe (um X no mapa.)


O pesadelo se passa na West Mansion, apelidada de Splatterhouse. Um local onde de acordo com rumores, um parapsicólogo (Dr.West) realizava experimentos bizarros até o dia que misteriosamente desapareceu. Dois universitários, Rick Taylor (o protagonista) e Jennifer Willis, sua namorada (o motivo da história) foram visitar a mansão para um trabalho acadêmico e foram se abrigar lá dentro, devido a uma misteriosa tempestade.
Lá dentro os estudantes são atacados por criaturas estranhas e Rick é nocauteado enquanto Jennifer é sequestrada. Rick ao acordar, percebe que há uma máscara presa a seu rosto, a Terror Mask, uma máscara cerimonial maia de sacrifícios, que diz que o ajudará a resgatar sua amada, graças à força descomunal que a máscara proporciona.
O clima do jogo é totalmente macabro, com uma história digna de um bom filme de terror/ação e a história se desenvolve bem ao longo das fases. Os inimigos também variam bastante, desde mãos mutiladas MUITO chatas, que ficam pulando em Rick, até algo semelhante a um bebê enforcado.


Splatterhouse é uma trilogia muito bem sucedida, bastante tensa e desafiadora e conseguiu me proporcionar alguns pesadelos (comecei a jogar aos 4 anos de idade) e momentos divertidos, apesar do clima desesperador do jogo. O personagem Rick foi até homenageado no jogo Kid Chameleon (vide imagem abaixo)

Só pra constar, a primeira frase do post foi de caráter puramente provocativa, pois eu adoro Resident Evil e Silent Hill, mas se a frase fez você chegar até aqui, então funcionou =D
Falando nisso, dêem suas opiniões e falem sobre os jogos que te fizeram perder o sono na infância, seja pelo clima ou pela dificuldade.
Escrito por Youta 
Escrito por Youta 
Escrito por Lucas
No meu
Outro que passei praticamente 7 horas jogando foi Fifa 2008 com o cunha. Caramba, incrível como iniciamos um campeonato querendo fazer UM gol de cabeça, e só fomos conseguir êxito na 24ª partida. Tá louco!
Não tem pra ninguém, o campeão nesse feriadão foi o Zelda: Phantom Hourglass. Não to muito longe também, mas esse já merece todo o mérito só por me prender por horas na frente do DS.

Que já saiu pro PSP, por sinal. Game de luta da Capcom e seu primeiro trabalho no Dreamcast. São vários personagens em uma arena de luta 3d completamente interativa, com itens e armadilhas.
Esse Survival Horror da mesma produtora de Blue Stinger eu acredito que poucos tenham tido a chance de jogar. Você é uma garota tentando salvar seus amigos num parque de diversões de terror trash. Sim, o jogo é TRASH! E é ANIMAL! Espere sangue pra todos os lados, monstros pra lá de feios… enfim.
O primeiro Multiplayer Online do Dreamcast é um puzzle realmente diferente e bem sacado: ratos e gatos andam pra lá e pra cá em um cenário que parece um tabuleiro de xadrez. Você põe setinhas no chão para determinar a direção que os ratos e gatos tomam.
Mas quando fazia uma jogatina com menos pessoas, optava sempre pelos games co-op. Battletoads, Tartarugas Ninjas (aquele que jogava inimigo na tela, hehe), Joe e Mac, aquele do Pato Donald e o Mickey que trocavam de roupas conforme as fases, Bomberman ou até mesmo Rock’n Roll Racing, que tu tinha como opção vencer em conjunto, ou só aniquilar com todos inclusive o player 2.
Talvez eu esteja desatualizado. Afinal, não tive um console da geração passada. Mas, creio eu que, um dos grandes responsáveis por essa mudança foram os FPS’s ou First Person Shooters. Embora os primeiros FPS’s que joguei (Heretic, Hexen…) vinham com padrão o modo co-op, e cara como era difícil. Putz!














